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Thursday, 16 de April de 2026
Vereador cobra reconstrução do passeio público entre o Bosque Municipal e a Primeira Igreja Batista
08 de April de 2026
Na foto, o autor do Requerimento, Vereador Rivelino Rodrigues


O Vereador Rivelino Rodrigues (PP) solicitou informações à Prefeitura, por meio do Requerimento nº 37/2026, sobre a reconstrução do passeio público entre o Bosque Municipal “Aristóphano Brasileiro de Souza” e a Primeira Igreja Batista em Jales, no Jardim Romero. A propositura foi aprovada por unanimidade na segunda-feira, dia 6 de abril, na 1849ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Jales.

“Ali existia um calçamento feito de lajotas sextavadas que foi destruído e nunca foi refeito. Sabemos que em uma obra, passa a pá carregadeira, um caminhão ou uma motoniveladora em cima, e quebra mesmo. Agora, não tem condição [em relação à situação relatada no Requerimento]. Mães com crianças indo à escola ou creche, têm que ir no meio da rua porque não tem como passar, e nesses dias de início de ano, com chuvas, fica um barro tremendo. Já na época da seca, é um poeirão danado. É preciso refazer o passeio ou então colocar umas lajotas para o pessoal pelo menos ter por onde passar, e dar condições de ir e vir”, desabafou Rodrigues na Sessão Ordinária.

No Requerimento, o parlamentar afirmou que, há aproximadamente uma década, está em andamento uma obra de implantação de um empreendimento imobiliário com frente para a Avenida Paulo Marcondes, vizinho ao Bosque Municipal “Aristóphano Brasileiro de Souza” e à Primeira Igreja Batista em Jales, e apontou que desde o início das obras, o passeio público da Avenida Paulo Marcondes, que foi construído pelo poder público municipal, com recursos provenientes dos impostos pagos pela população, foi destruído e nunca mais reposto e recuperado.

Alegando tratar-se de falta de respeito com os cidadãos, o Edil argumentou que, há muitos anos, Vereadores têm solicitado providências para que o calçamento seja reconstruído, e mencionou que ao lado do loteamento que está há anos sendo implantado, existe uma Igreja “com milhares de fiéis, que se reúnem em diversos dias da semana para seus cultos religiosos”, além de citar que, a cinquenta metros do local, existem duas escolas municipais cujas famílias utilizam-se da Avenida Paulo Marcondes para levarem e buscarem suas crianças.

Ainda, Rodrigues afirmou que o Núcleo Central de Saúde funciona a setenta metros dessa localidade cujas calçadas foram destruídas e nunca recuperadas, e que a Secretaria Municipal de Agronegócios, Meio Ambiente e Bem-Estar Animal está localizada a noventa metros do ponto em questão, assim como que a Base da Polícia Ambiental de Jales e Região tem sua sede a cinquenta metros do lugar.

Outros fatores considerados pelo Vereador foram que se trata de um local que serve de interligação com o 1º Distrito Industrial de Jales, onde circulam milhares de pessoas, e que a Delegacia Seccional de Polícia de Jales está instalada a duzentos metros desse espaço, além de lembrar que é uma área frontal à Avenida Paulo Marcondes, que passou por revitalização há pouco tempo, transformando-se em uma das vias de interligação mais importantes de Jales.

A partir disso, no Requerimento Rodrigues perguntou se, desde o início da implantação do loteamento situado entre o Bosque Municipal “Aristóphano Brasileiro de Souza” e a Primeira Igreja Batista em Jales, houve, por parte do Executivo ao loteador, algum pedido de reconstrução do passeio público. Se sim, quis saber quais foram esses pedidos, apontando data e solicitante. Caso sejam feitos por ouvidoria, pediu o uso da Lei Geral da Proteção de Dados - LGPD e apresentação somente de data e hora, preservando o nome do autor.

Mais uma questão levantada foi se a Procuradoria Geral do Município, ou algum dos procuradores, assim como a Secretaria Municipal de Obras, Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano, têm ciência de que a obra em questão destruiu o passeio público, feito com recursos do Governo Municipal.

Outra dúvida do Vereador foi se tanto a Procuradoria Geral quanto a referida Pasta têm conhecimento de que o passeio público questionado é utilizado por pessoas que se dirigem à escola, creche, unidade de saúde, delegacia de polícia e ao local de trabalho, “restando então a mínima condição de ir e vir com dignidade”.

Tendo como base fotos disponibilizadas no Requerimento, o Edil indagou se é justo as pessoas caminharem “por lugar tão horrível, com mato alto, barro, poeira, risco de queda e tudo o que de pior pode existir”.

Por fim, Rodrigues questionou o que será feito para a resolução imediata do problema.

Outros detalhes sobre o Requerimento estão disponíveis no link https://jales.siscam.com.br/Documentos/Documento/54381.

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